Mostrar mensagens com a etiqueta As nossas receitas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta As nossas receitas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de março de 2010

O Pedro Brandão e eu

A propósito do "post" anterior, não posso deixar de partilhar convosco uma das fórmulas que ultimamente mais me obceca (sim, o verbo existe) e que devo ao meu colega de bancada Pedro Brandão: "tempo na tarefa". Foi a mezinha (não uso a expressão num sentido depreciativo) que me deu quando eu me lamentava, pela enésima vez, da minha iliteracia informática.

Professora até à medula, tive de reconhecer que o que me falta é aplicação. E, de então para cá, reflicto que conseguimos obter as competências básicas em TUDO O QUE QUISERMOS, desde que insistamos. Tempo na tarefa. A solução que me porá a dançar razoavelmente. Que me porá (com a ajuda da Isabel Costa) a fazer um "screencast" decente. Que fará todas as pessoas que dizem que não sabem fritar um ovo a cozinhar de forma aceitável. A encher uma máquina de lavar como deve ser (O.K., esta foi uma "private joke"). A escrever de forma legível. A conduzir com segurança. A... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a... a... a.... a... a... a...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Morte na Biblioteca (I)

No âmbito das exposições orais que os alunos de décimo ano estão a trabalhar, foram apresentados dois livros que têm tudo, mas tudo, a ver connosco. Eu não diria que ambos se situam ao mesmo nível, até porque já conhecia um e desconhecia o outro. E porque releria o primeiro e não me parece que venha a ler o segundo.
O primeiro é um clássico da Agatha Christie, foi apresentado pela Elisa Silva do 10ºF e intitula-se Um corpo na Biblioteca. Julgo que o terei lido com outro título, cuja capa, das edições Vampiro (não as primeiras, verdadeiros clássicos, assinadas por artistas plásticos de grande qualidade) estou a "ver" perfeitamente.
Comecemos pelo primeiro: a própria Agatha Christie escreve, no prefácio, o seguinte:
"Existem certos clichés que pertencem a certos tipos de ficção. O «barão brejeiro e atrevido» no melodrama, «o corpo na biblioteca» no romance policial. Durante vários anos, acalentei a possibilidade de uma conveniente «Variação sobre um Tema conhecido». Impus a mim mesma certas condições. A biblioteca em questão deveria ser uma biblioteca altamente ortodoxa e convencional. O corpo, por outro lado, devia ser um corpo extraordinariamente improvável e sensacional."
Ora "assistam" ao telefonema de Mrs. Bantry à sua amiga (uma das minhas personagens favoritas de Agatha Christie, vários "furos" acima de Hercule Poirot) Miss Marple:
"-És tu, Jane?
Miss Marple ficou muito surpreendida.
- Sim, é a Jane. Levantaste-te muito cedo, Dolly.
A voz de Mrs Bantry soou ofegante e agitada na linha.
- Sucedeu uma coisa terrível.
- Não me digas!
- Acabámos de encontrar um corpo na biblioteca.
Por um momento, Miss Marple pensou que a amiga tinha enlouquecido.
- Encontraram o quê?
- Eu sei. Não dá para acreditar, pois não? Quero dizer, julguei que só acontecia nos livros. Hoje de manhã, tive de discutir durante horas com o Arthur para convencê-lo a ir ver o que era.
Miss Marple tentou controlar-se. Perguntou ansiosamente: - Mas de quem é o corpo?
- É uma loura.
- Uma quê?
- Uma loura. Uma loura muito bonita... outra vez como nos livros. Nenhum de nós a conhece. Este simplemente ali estendida na Biblioteca, morta. É por isso que tens de vir imediatamente."
Curiosos? Até eu fiquei com vontade de reler o livro.
Receita
Dirigir-se à Biblioteca. Na secção Ficção Estrangeira, prateleira Literatura Policial, estender a mão. Pegar no volume 16 das obras de Agatha Christie. Cumprimentar a sra. D. Lúcia, mostrar-lhe o livro. Esperar dois minutos, enquanto preenche a requisição. Colocar na pasta. Em casa, tirar da pasta, escolher um local confortável. Ler enquanto apetecer.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Mr. and Mrs. Darwin



O Sr. Charles Darwin nasceu há duzentos anos. A Sra. D. Emma Darwin costumava fazer-lhe um bolo, que a professora Ana Cristina Oliveira confeccionou e trouxe para a Biblioteca. E não é que o bolo estava óptimo? Uma receita com mais de duzentos anos?! Nós fomos buscá-la ao site da Ciência Viva e Laboratórios Associados - http://www.darwin2009.pt/ (já sabem: FINS DIDÁCTICOS) e deixamo-la aqui. Se lerem este "post" hoje, aproveitem e venham provar o fabuloso bolo de Darwin. Se ainda houver...


Ingredientes

225 g manteiga
225 g açúcar (poderá ser açúcar amarelo ou açúcar fino – este último não é açúcar em pó, mas é mais fino do que aquele que colocamos no chá; é utilizado pelos americanos)
2 ovos
75 ml brandy
2 colheres de sopa (30 ml) de sumo de laranja
225 g fruta cristalizada
280 g farinha com fermento
Procedimento:
1. Juntar a manteiga, o açúcar, a fruta cristalizada, o brandy e o sumo de laranja.
Misturar cuidadosamente durante 5 minutos.
2. Entretanto, untar (ou colocar papel apropriado) uma forma de 20 X 20 X 5 cm.
4. Aquecer o forno para 160ºC
5. Juntar os ovos à mistura
6. Amassar a mistura com a farinha
7. Colocar a mistura na forma.
8. Cozinhar durante cerca de 1 hora (testar se está pronto - a partir dos 45 min.)
9. O bolo deve ser arrefecido na forma.